domingo, 1 de dezembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
Recreio da escola
O intervalo entre as aulas representa um aspecto especial na rotina escolar. Muitas vezes, trata-se do único momento em que os alunos podem fazer opções: com quem conversar, de quem se aproximar, onde e como brincar. É o espaço-tempo que os convida a explorar diferentes percursos e aprender algo mais sobre relações grupais. Não é à toa que, para boa parte dos estudantes, o recreio é a hora mais esperada. Quem não se lembra das brincadeiras no pátio? Também são inesquecíveis os intervalos perdidos dentro da sala de aula, como castigo. Enfim, muitas experiências significativas se constroem ou se intensificam nesse período de 20, 30 minutos.
A convivência entre as crianças e os jovens durante esse tempo livre é um bom termômetro do clima escolar: um cenário de alunos explorando diferentes espaços e atividades revela-se muito distinto daquele com estudantes isolados ou que agem com violência. Há instituições que, para evitar o caos, desenvolvem estratégias de controle: aumento da fiscalização dos inspetores, atividades monitoradas e restrição dos locais de circulação. Embora essas práticas ajudem a conter distúrbios, elas não educam os alunos para lidar com as tensões cotidianas.
Se entendermos a escola como um lugar de socialização, devemos ensinar as crianças e os jovens a lidar com os desentendimentos sem jamais negar a existência deles. Afinal, o conflito é inerente às relações humanas. Evidentemente essa é uma escolha que precisa estar explicitada no projeto político pedagógico da instituição. É possível refletir sobre o tema em assembleias, conselhos de classe e no próprio grêmio estudantil e, com isso, ajudar os alunos a compreender a natureza dos problemas coletivos e a propor soluções para enfrentá-los.
Há casos de escolas que incentivam alguns alunos a se tornarem mediadores de conflitos para atuar no intervalo. Nesses casos, quem assume essa função tem clareza de que não é inspetor ou vigilante e deve ser capaz de avaliar se tem condições de resolver determinado problema ou se deve recorrer a um adulto. Um olhar atento sobre as relações que se apresentam no recreio ajuda o orientador educacional a entender os problemas que emergem do grupo. Muitas vezes, é só no pátio que se percebe a atuação de um líder ou o isolamento de um aluno. A investigação das áreas ocupadas e das vazias também traz informações importantes. Por exemplo: quais investimentos e intervenções são necessários Cabe aos gestores definir e implantar estratégias formativas para que professores, inspetores e funcionários atuem de forma educativa nos recreios. Afinal, um tempo tão rico para o ensino e a aprendizagem merece muita atenção.
A convivência entre as crianças e os jovens durante esse tempo livre é um bom termômetro do clima escolar: um cenário de alunos explorando diferentes espaços e atividades revela-se muito distinto daquele com estudantes isolados ou que agem com violência. Há instituições que, para evitar o caos, desenvolvem estratégias de controle: aumento da fiscalização dos inspetores, atividades monitoradas e restrição dos locais de circulação. Embora essas práticas ajudem a conter distúrbios, elas não educam os alunos para lidar com as tensões cotidianas.
Se entendermos a escola como um lugar de socialização, devemos ensinar as crianças e os jovens a lidar com os desentendimentos sem jamais negar a existência deles. Afinal, o conflito é inerente às relações humanas. Evidentemente essa é uma escolha que precisa estar explicitada no projeto político pedagógico da instituição. É possível refletir sobre o tema em assembleias, conselhos de classe e no próprio grêmio estudantil e, com isso, ajudar os alunos a compreender a natureza dos problemas coletivos e a propor soluções para enfrentá-los.
Há casos de escolas que incentivam alguns alunos a se tornarem mediadores de conflitos para atuar no intervalo. Nesses casos, quem assume essa função tem clareza de que não é inspetor ou vigilante e deve ser capaz de avaliar se tem condições de resolver determinado problema ou se deve recorrer a um adulto. Um olhar atento sobre as relações que se apresentam no recreio ajuda o orientador educacional a entender os problemas que emergem do grupo. Muitas vezes, é só no pátio que se percebe a atuação de um líder ou o isolamento de um aluno. A investigação das áreas ocupadas e das vazias também traz informações importantes. Por exemplo: quais investimentos e intervenções são necessários Cabe aos gestores definir e implantar estratégias formativas para que professores, inspetores e funcionários atuem de forma educativa nos recreios. Afinal, um tempo tão rico para o ensino e a aprendizagem merece muita atenção.
LEMBRANÇA
O recreio na escola entre as aulas representa um aspecto muito importante na rotinas escolares dos alunos que e um único momentos em que os alunos pode brincar conversar com os coleguinhas da escola .que e o espaço que aproximar todas as crianças os jovens adolescente que e a hora de aprender algo mas sobre as relação dos grupo de estudantes.o recreio e o hora mas esperada pelos as crianças para brincar.quem não se lembra das brincadeira no patio da escola.
Quando eu estudava não tinha na escola o que tem hoje que e o parquinho que as criança gosta de brinca.no recreio antigo as criança brincava de amarelinha,escode escode ,os meninos gostava de jogar bolita ,e tinha vários outros tipos de brincadeira.
Quando eu estudava não tinha na escola o que tem hoje que e o parquinho que as criança gosta de brinca.no recreio antigo as criança brincava de amarelinha,escode escode ,os meninos gostava de jogar bolita ,e tinha vários outros tipos de brincadeira.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Fotos do Recreio Foi na EEICacique Timoteo
o recreio e o intervalo entre as aula uma rotina na escola um momento que os alunos tem para conversar brinca com os coleguinha e a hora que todas criança espera para sair no patio para brincar e se divertir e ter encontro com seu amigos. E o espaço tempo que os convidam a explorar diferente percursos e aprender algo mais sobre relação das pessoas.
No tempo do meu recreio era muito mais diferente do recreio de hoje, podemos ver que o recreio de hoje, tem parquinhos, pula corda, joga futebol. porque na época do meu recreio lembro que só tinha amarelinha, cola cola, jogo de bolita, assim entre outros jogos e brincadeira que tinha no meu recreio.
na minha opinião do recreio de hoje em dia, e muito diferente do antigamente, o recreio me fez lembrar da minha infância, que brincava de amarelinha e de outras brincadeira.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
MINHAS LEMBRAÇA DO RECREIO
O recreio entre as as aulas representa um aspecto especial na rotina escolar muito vezes trata se do único momento em que os alunos podem fazer opções, com quem conversar de quem se aproximar,onde e como brincar e o espaço,tempo que os convida a explorar diferente percursos e aprender algo mais sabre relações do grupo não e a toa que para boa partes dos estudantes,o recreio e o hora mais esperada.quem não se lembra das brincadeiras no patio também são inesquecíveis os intervalos perdidos dentro da sala de aula, como castigo enfim,muitos experiencias significativas se constroem ou intensificam nesse período nesse período de 20,30 minuto
O recreio de antigamente era muito bom a brincadeira era muito deferente de hoje em dia as criança gostavam de brincar de bolita,cola.cola bem-te-vi caio no posso amarelinha cola pau rasque-te e muitos brincadeira não são iguais são muitos deferentes as crianças de hoje gostam de brincar no parquinho,jogar cartas e futebol.
Enfim na minha opinião as brincadeiras de antigamente era muito boas onde todos participavam das brincadeiras e ninguém ficava de fora.
Esse trabalho de tecnologia me fez lembra da minha brincadeira na escola, gostei muito dessa lembra, muito obrigado professor... Tô Feliz.
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